Prácticas tuteladas, ‘Pibid’ y “Residência Pedagógica’: una revisión sistemática de la literatura
DOI:
https://doi.org/10.56117/resbenq.2025.v6.e062504Palabras clave:
Formación inicial del profesorado, Formación docente, Educación químicaResumen
Este trabajo consiste en una revisión sistemática de la literatura, centrándose en investigaciones centradas en las Prácticas Tutelada Curriculares (PTC), el Programa Institucional de Becas de Iniciación Docente (Pibid) y el Programa de Residencia Pedagógica (PRP). Los 83 artículos fueron analizados mediante Análisis de Contenido. Como resultado, destacamos que la investigación enfatizó la categoría “Reflexión” (70% de los artículos, 36% de las unidades analíticas), seguida de la categoría “Praxis/Articulación teoría y práctica” (65% de los artículos, 27% de las unidades analíticas). unidades analíticas), categoría “Aproximación entre escuela y universidad” (55% de los artículos, 19% de las unidades), categoría “Racionalidad técnica” (41% de los artículos, 11% de las unidades), categoría “Dicotomía de teoría y práctica” (29% de los artículos, 5% de las unidades) y categoría “Distanciamiento entre escuela y universidad” (17% de los artículos, 2% de las unidades). Los trabajos enumeran importantes puntos positivos de los diferentes espacios de formación, tales como: potencial para promover la praxis, incentivar la reflexión crítica de los actores, enfoque dialógico y colaborativo entre la escuela y la universidad, oportunidad para que los estudiantes de pregrado experimenten situaciones reales de enseñanza, incentivar la permanencia en el curso y construcción de identidad docente por los estudiantes. Por otro lado, también destacamos limitaciones de los espacios de formación: experiencias basadas en la racionalidad técnica, en una concepción empirista o en la reproducción de prácticas docentes vacías, jerarquización entre los roles de la universidad y la escuela. En lo que respecta a las PTC, en particular, también se indican límites burocráticos de tiempo y espacio para implementar el proceso de formación. Con relación a los Programas Institucionales, se discuten problemas de incertidumbre en las políticas de financiamiento, oferta excluyente y excluyente de estas experiencias formativas, brechas en la preparación de los formadores de docentes (tanto de la educación superior como de la educación básica) para trabajar en estos programas. Finalmente, consideramos que ambos procesos formativos pueden y deben aprovecharse al maximo para la formación inicial docente. Sin embargo, es necesario ser conscientes de que la mera ocupación de estos espacios no garantizará por sí sola que las experiencias formativas de los estudiantes de pregrado (así como de los docentes involucrados) alcancen el estatus de reflexión crítica, praxis o incluyan el establecimiento de un espacio colaborativo de asociación dialógica y horizontal entre escuelas de educación básica e instituciones de educación superior.
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